20 junho 2008

Desconstruindo Descartes!

A partir da célebre frase de Descartes, "Penso, logo existo.", arquitetou nosso Lúcio Costa: "Penso, digo o que penso, logo existo.".

Essa é para pensar no final de semana!

19 junho 2008

Os direitos imprescindíveis do leitor


1) O direito de não ler.
2) O direito de saltar páginas.
3) O direito de não acabar um livro.
4) O direito de reler.
5) O direito de ler não importa o quê.
6) O direito de amar os «heróis» dos romances.
7) O direito de ler não importa onde.
8) O direito de saltar de livro em livro.
9) O direito de ler em voz alta.
10) O direito de não falar do que se leu.

Daniel Pennac
(Como um romance)

18 junho 2008

Eu acredito na educação!


Depois de ler no jornal sobre o assassinato brutal de uma menina por uma colega de classe em Belém, senti uma grande tristeza. Por causa de uma discussão à toa, uma estudante mata outra em plena sala de aula com duas facadas. Fiquei abalada de fato.
Hoje, estive o dia inteiro na instituição de ensino em que trabalho e pude compartilhar com meus atuais alunos e até mesmo ex-alunos do que acredito ser educação. O carinho que tenho com meus alunos recebo de volta e, muitas vezes, multiplicado.
Sendo assim, não consigo achar "normal" que esse tipo de violência aconteça num espaço que deveria ser de construção coletiva de saberes e sabores, não de dissabores.
Não sei bem o que se pode fazer sobretudo com jovens que não demonstram o menor respeito por outro ser humano. Minha única estratégia é o amor à educação!
Para quem passar por aqui, deixo a sugestão do documentário "Pro dia nascer feliz" (2005) dirigido por João Jardim. Através de uma montagem de discursos de jovens de locais e classes sociais diferentes, o filme oportuniza que se discutam várias questões ligadas a essa nova realidade que se apresenta atualmente. Quem sabe um pouco de reflexão não seja oportuno?!

Fica a sugestão, além do meu consternamento.

17 junho 2008

Em tempos de festa junina...

Quadrilha


João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o
convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto
Fernandes
que não tinha entrado na história.

(Carlos Drummond de Andrade)